Mostrar mensagens com a etiqueta História. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta História. Mostrar todas as mensagens

Help!!

em 30 de janeiro de 2014

Olá!! ^^ Podem pôr like, aqui?? Estou a participar num concurso de fanfics de uma página de fãs dos One Direction, no Facebook, e eu gostava que me ajudassem a ganhar isto, para eu poder publicar a minha história (a Will Calm Storm, e em português Da Tempestade à Bonança) nessa página. E, se poderem e se não se importarem, podem também divulgar isto nos vossos blogs??
Obrigada ^^

Capitulo 7

em 16 de julho de 2013

No dia seguinte, acordo com um leve beijo nos lábios.
- Hum! Bom dia! – Exclamei, pondo os meus braços à volta do seu pescoço e dando-lhe um beijo.
- Bom dia, princesa! Dormiste bem?
- Maravilhosamente bem.
Ele sorri.
- Já mandei fazer um pequeno-almoço redobrado para nós.
- Ainda bem, estou cheia de fome.
- E se fossemos tomar um banho, enquanto esperamos.
- Hum… Excelente ideia.
E lá fomos. Tomámos um banho e vestimo-nos de seguida, para irmos tomar o pequeno-almoço.
Fomos ter a um terraço, onde estava instalada uma mesma, com torradas, ovos mexidos, sumo de laranja e café.
Sentámo-nos a comer, enquanto conversávamos alegremente.
- O que vais fazer hoje? – Perguntei-lhe, a certa altura.
- Tenho de ir à faculdade… Mas à tarde estou livre, podíamos combinar qualquer coisa, que achas?
- Sim, podias fazer-me uma visita guiada por Londres.
- Oh! Claro. E, se eu estiver despachado à hora de almoço, podíamos almoçar juntos.
- Sim.
- Então, eu depois digo-te alguma coisa. Mas, de qualquer maneira, eu depois vou buscar-te à 2 da tarde, para a visita guiada.
- Combinado. – Concordei, sorrindo.

Depois do pequeno-almoço ele foi levar-me a casa.
Como as janelas ainda estavam todas fechadas, supus que a Emma ainda estivesse a dormir. Abri a porta, com cuidado, descalcei os sapatos e comecei a subir as escadas.
- Cat! És tu? – Ouvi alguém chamar, da sala.
Fui até lá, a Emma estava sentada no sofá, com uma manta por cima das pernas e com um ar ensonado.
- Então? Dormiste aqui? – Perguntei-lhe.
- Sim. Estava à tua espera, mas acabei por adormecer. Mas estou a ver que não valia a pena ter esperado. – Disse ela, endireitando-se no sofá.
Corei imediatamente.
Fui abrir as janelas e depois caminhei dali para fora.
- Ei! Onde vais?
- Vou lá a cima mudar de roupa. – Respondi, parando de andar.
- Tens muito tempo para isso. Vá, senta-te aqui e conta-me tudo – disse ela, fazendo um gesto com a mão, para eu me sentar ao seu lado.
Tive de lhe fazer a vontade. Sentei-me e comecei a falar. Ela só dava gritinhos de felicidade, mas, quando lhe contei que tínhamos dormido juntos, ela ainda ficou pior.
- Não acredito, tu e ele… My God! Foi a tua primeira vez, não foi? – Dizia ela.
Eu só me ria.
- Não…
- Não? – Perguntou-me, confusa.
- Não, a primeira vez foi com um rapaz que era vocalista daquela banda de garagem que foi tocar ao bar que costumávamos ir.
- Ah! Pois foi. Ainda namoraram uns meses, não foi?
- Sim. Mas o Tom não se compara a ele. O Tom é muito melhor.
- Ui! Foi assim tão bom?
- Foi para além do bom, Emma. Foi maravilhoso. Ele foi muito carinhoso comigo.
- Ainda bem, amiga. Estou muito feliz por ti. – Disse ela, sorrindo e pegando na minha mão.
Eu sorri também.
- Então e como é que foi a tua noite? – Perguntei, curiosa.
- Foi boa. Jantámos todos cá em casa. Depois fui dar um passeio com o Harry…
- Espera lá. – Interrompi-a. – O Harry convidou-te para sair?
- Ahm! Sim. Ele foi um querido, contou-me muitas coisas sobre ele, e eu sobre mim, claro, mostrou-me um pouco de Londres e fez questão de me vir trazer a casa. – Contou-me.
- Hum… Estou a ver um brilhozinho nesses olhos…
- Oh! Não é nada disso. Mal o conheço, Cat.
- Então, mas ontem ficaste a conhece-lo melhor, não foi?
- Bem, sim…
- Então…
- Ainda é muito cedo. Quando o conhecer melhor, depois logo se pensa nisso.
- Isso mesmo, dá tempo ao tempo. – Concordei. – Bem, vou tomar um duche, vestir outra roupa… - Informei, levantando-me.
- Eu vou tomar o pequeno-almoço, estou cheia de fome. – Disse ela, também se levantando. – Queres alguma coisa?
- Não, eu comi com o Tom. – Respondi, sorrindo.

Assim que entro no quarto soa o toque de mensagem. Tiro o telemóvel da mala. Uma mensagem do Tom:
“Já estou a morrer de saudades tuas +.+”
Assim que leio a mensagem, um sorriso forma-se na minha cara.
“E eu tuas, meu amor +.+”
Mandei a mensagem e atirei o telemóvel à cama.
Dirigi-me à varanda. Respirei fundo, sentindo o ar fresco a passar-me pelas narinas.
- Bom dia!
Olhei para o lado. O Zayn estava sentado numa espécie de poltrona, com uma caneca na mão.
- Bom dia, Zayn! – Cumprimentei-o, sorrindo.
Ele sorriu também.
- Então? Como foi a noite? – Perguntou-me.
- Foi espectacular. – Respondi.
- Fico contente por estares feliz.
Eu sorri.
O telemóvel dele toca.
- Oh! É o Liam! – Disse ele, atendendo o telemóvel. – Sim! Claro. Eu pergunto-lhes, não te preocupes. Ok. Ok. Até logo! – E desligou. – É para almoçarmos todos no Nando’s, para compensar-vos do almoço de ontem.
- Oh! Não era preciso, mas ok.
- Então, podes avisar o Tom? – Perguntou-me, sorrindo.
- Claro, vou já avisá-lo. É a que horas?
- À uma da tarde.
- Ok. Então até logo!
- Até logo, Cat!
Fui para dentro. Peguei no telemóvel, sentando-me na cama. Tinha outra mensagem do Tom:
“Amo-te <3”
Sorri de novo.
“Também te amo *.* Olha, queres almoçar com o pessoal, hoje, no Nando’s?”
Passados uns minutos ele responde:
“Claro. A que horas?”
“Uma da tarde.”
“Ok. Querem que vá aí buscar-vos?”
“Não, nós vamos com o Zayn, não te preocupes ^^”
“Ok. Então vemo-nos no Nando’s ^^”
“Sim ^^”
Pousei o telemóvel na banca de cabeceira e fui para a casa de banho. Passados uns minutos ouço a Emma a chamar-me:
- Cat! Onde estás?
- Aqui. – Respondi, saindo da casa de banho.
Ela estava sentada na minha cama, com o seu portátil nas pernas, e não estava com boa cara.
- O que se passa? Que cara é essa? – Perguntei, sentando-me também.
- Vê. – Disse ele, virando o computador para mim.
- Emma, o que é isto?
- Lê, por favor.
Olhei para ela e depois para o ecrã, começando a ler:
- “Harry Styles foi visto, esta noite, a entrar na casa de Caroline Flack. Será que estão juntos outra vez? – Fiquei completamente de boca aberta. – Emma…
- Não, não digas nada, eu… Bem, isto não me afeta, afinal, ainda é muito cedo para saber se estou apaixonada, não é? E ontem foi só uma saída de amigos, nada mais, por isso…
- Tens a certeza?
- Sim, ele é só um amigo e eu vou estar aqui para o que ele precisar.
- E se ele quiser explicar-se?
- Se ele quiser explicar-se, eu vou ouvi-lo e dizer-lhe que não tem mal nenhum em ele estar com outra pessoa, depois de sair comigo, como aconteceu esta noite.
Eu queria mesmo acreditar no que ela dizia, mas não conseguia. Ela estava sentida com aquilo tudo, estava magoada, pouco, mas estava, ela é que não queria admiti-lo.
Ainda fiquei uns segundos a olhar para ela, na esperança que ela me dissesse o que estava realmente a sentir, mas acabei por desistir.
- Vá, agora vai-te vestir. Os rapazes convidaram-nos para almoçar no Nando’s.
Ela sorriu, melancolicamente, e foi para o seu quarto.
Respirei fundo e fui para o closet, vestir-me.
O meu telemóvel toca.
- Harry! – Sussurrei.
- “Estou?” – Atendi.
- “ Ah! Catelyn! Bom dia!”
- “ Bom dia, Harry! O que se passa?” – Perguntei, fazendo-me de desentendida.
- “Bem, queria saber se já viste uma notícia e...”
- “Sim, já sei.”
- “E a Emma?” – Perguntou-me, algo ansioso.
- “Também… Na mesma noite que saíste com ela, Harry. O que é que fizeste?”
- “ Eu…eu não fiz nada, juro. Eu só fui lá porque ela me mandou uma mensagem a dizer que queria falar comigo. Eu já nem estou com ela, Cat.”
- “Tu gostas da Emma, Harry?”
- “Eu sei que nos conhecemos à pouco tempo, mas sim, eu gosto muito dela.”
- “Ao almoço vais ter de lhe dizer isso, cara a cara.”
- “Sim, eu sei… Obrigada, Cat.”
- “De nada, Harry. Vá, até logo!”
- “Até logo!”
E desliguei.
Respirei fundo. “Ele também gosta dela…”, pensei.
- Cat! – Alguém me apelava, lá de fora.
Dirigi-me até à varanda, era o Zayn quem me chamava.
- Já sabes? – Perguntou-me.
- Se estás a falar do Harry, então é sim.
- Pois, eu também… Ele contou-te alguma coisa?
- Sim, não fez nada, foi só uma conversa.
- E tu acreditas nisso?
- Sim. Eu sei que não o conheço muito bem, ainda, mas acho que ele era incapaz de magoar a Emma.
- Ele sempre foi muito mulherengo…
- Eu sei, mas ele vai mudar, acredita em mim.
- Porque é que dizes isso?
- Porque ele está a apaixonar-se pela Emma, a sério.
Ele olhou para mim, espantado.
- E como é que sabes isso?
- Apenas sei, Zayn. Agora vai vestir-te, já é quase uma da tarde. – E ele lá foi. Deu para ver que ele estava surpreendido com a certeza com que eu falara.
Não sei porquê, mas acredito que o Harry é capaz de mudar pela Emma, só para conseguir o seu coração.

O Tom, o Nial e o Harry já lá estavam.
Assim que saio do carro, vejo o Harry, em pânico, a olhar para mim. Eu sorri, discretamente, na tentativa de acalmá-lo. Olho para a Emma, que olhava para o Harry, também parecia estar em pânico, com um pouco de tristeza à mistura.
Dirijo-me ao Nial, dando-lhe um beijo na face, depois, ao Harry, dei-lhe um abraço, sussurrando:
- Força, vai falar com ela.
- E digo o quê? – Disse-me, baixinho.
- O que me disseste, claro. Vai, sem medos.
Afasto-me dele, sorrindo, e dirijo-me ao Tom, pendurando-me no seu pescoço e depositando um beijo nos seus lábios.
- Olá, princesa. – Disse ele, sorrindo.
- Olá, príncipe. – Disse eu, sorrindo também.
Olho para o lado e vejo o Harry e a Emma a afastarem-se um pouco de nós. “Espero que aquela conversa corra bem”, pensei, suspirando.
- Passa-se alguma coisa, princesa?
- Eu depois conto-te, não te preocupes. – Respondi, dando-lhe um beijo.
- Olá a todos!
- Desculpem o atraso.
Olho para trás e vejo o Liam e o Louis, e vinham muito bem acompanhados. O Liam trazia uma rapariga morena, com cabelo encaracolado, muito bonita e o Louis uma rapariga, igualmente morena, com o cabelo ondulado, também muito bonita.
- Catelyn, esta é a Danielle, a minha namorada. – Apresentou-nos o Liam.
- Sou a Catelyn, mas podes tratar-me por Cat. – Apresentei-me, sorrindo.
- Prazer em conhecer-te, Cat. – Murmurou a Danielle, dando-me dois beijinhos.
- E esta é a Eleanor, a namorada do Louis.
- Muito prazer. – Disse ela, dando-me também dois beijinhos. – Já sei que namoras aqui com o nosso Tom.
- Sim, ainda é muito recente, mas estamos muito felizes. – Murmurei, olhando para ele.
- Vocês fazem um casal muito bonito. Espero que sejam muito felizes. – Disse a Danielle.
- Obrigada. – Agradeci, sorrindo.
- Bem, já estamos todos. Vamos almoçar? – Disse o Harry, que trazia a Emma pela mão.
Sorri ao ver aquela imagem. A Emma estava um pouco corada, mas parecia estar feliz, tal com o Harry, que parecia estar mais leve e mais calmo.
Entramos no restaurante e um empregado encaminhou-nos para uma mesa.
- Cat, vens comigo à casa de banho? – Perguntou-me a Emma.
- Claro. Rapazes, vão escolhendo, nós já voltamos. – Informei, caminhando com a Emma em direção à casa de banho.
- Então? O que aconteceu? – Perguntei, fechando a porta atrás de mim.
- Bem, ele quis explicar-se…
- Sim… E…
- E… Ele disse que gostava de mim e…eu paralisei e ele beijou-me…
- O quê? – Perguntei, um pouco confusa. – Tu paralisaste como?
- Fiquei sem palavras, pronto. Ele apanhou-me de surpresa…
- E, como tu não dizias nada, ele beijou-te. – Constatei.
- Exatamente. – Confirmou, corando.
- E depois?
- Depois eu disse-lhe que também gostava dele. – “Eu sabia”, pensei, sorrindo. – Só que não queria nada sério, por enquanto, e que queria conhecê-lo melhor.
- Então e agora, como é que estão?
- Bem, acho que se pode dizer que somos tipo amigos coloridos, vamo-nos conhecendo melhor e vamos dando uns beijinhos.
- Acho que isso é bom, para começar. – Disse eu, sorrindo.
- Sim, também acho.
- Bem, vamos? O pessoal já deve estar impaciente.
- Sim, vamos lá.

Durante o almoço, eu, a Emma, o Zayn e o Tom contámos algumas das nossas peripécias de infância. Uma das histórias que contámos foi a luta de lama que fizemos uma vez, no pátio da escola, com quase a turma toda e a luta de comida, no refeitório, que começou com o Zayn a mandar um tabuleiro com comida à cara do Tom, que lhe retribuiu, claro.
Foi um almoço bastante divertido.

No final do almoço:
- Não querem fazer qualquer coisa, todos juntos? – Propôs o Niall.
- Sim, não era má ideia. – Concordou o Harry.
- E querem fazer o quê? – Perguntou o Liam.
- Podíamos ir mostrar a cidade à Cat e à Emma. – Propôs o Zayn. – Que dizem? – Perguntou, dirigindo-se agora a nós.
- Sim, é uma boa ideia. – Concordou a Emma. – Vai ser bom ter uma visita guiada. Não achas, Cat?
Olho para o Tom, sem dizer nada.
- Eu acho uma excelente ideia. – Disse ele, sorrindo.
Eu sorri de volta.
- Sim, eu também. – Disse eu, olhando ainda para ele e depois para os outros.
- Então pronto. Começamos por onde? – Quis saber o Harry.
- Bem, eu sempre quis andar na London Eye. – Confessou a Emma.
- E eu sempre quis ver a Tower Bridge, dizem que se pode pedir um desejo quando a ponte baixa. – Disse eu.
- Ok. E querem ver só isso? – Perguntou o Zayn.
- Não, o resto deixamos ao vosso critério. – Atalhei.
- Pois. – Concordou a Emma.
- Muito bem, então, 1º vamos ao Palácio de Backingam, depois à Abadia de Westminter e ao Big Bem, e, lá para a tardinha vemos a Tower Bridge e a London Eye. – Propôs o Liam.
- Todos concordam? – Quis saber o Louis.
Todos concordamos.
De repente, aparece um autocarro grande e vermelho. Acho que era destinado a turistas.
- Olhem, e se fossemos todos naquele autocarro? – Propôs a Eleanor, apontando.
Olhámos todos para lá.
- Olha, boa ideia, assim escusamos de andar a pé e é muito mais interessante. – Concordou o Zayn.
- A minha carrot só tem boas ideias. – Disse o Louis, dando o beijo na bochecha da Eleanor, pelo que ela sorriu.
- Ok, deixem-se de lamechices e venham, senão perdemos o autocarro. – Avisou o Niall, começando a andar.
Fomos atrás dele. Compramos os bilhetes e entrámos para o autocarro, indo para a parte de cima. Ficámos todos com os nossos pares, menos o Nial e o Zayn, que iam um com o outro. O Zayn, pelo que sei, costuma sair com algumas raparigas, mas o Niall, acho que nunca o vi com nenhuma rapariga. “Acho que a Summer e ele iam ficam perfeitos, juntos”, pensei. “É isso! É só apresentá-los e já está. Eu sou um génio”, pensei, sorrindo.
- Em que estás a pensar, princesa? – Perguntou-me o Tom, afastando-me dos meus pensamentos.
- Estava a pensar em apresentar o Niall à Summer. O que achas? – Falei, olhando para ele. – Não achas que eles ficariam perfeitos, juntos?
- Assim como nós ficamos? – Perguntou-me, sorrindo.
- Sim. – Respondi, também sorrindo.
- Sim, acho que sim, tendo em conta o apetite voraz que eles partilham e o feitio parecido… Mas tens de admitir que não ficariam tão bem como nós ficamos.
- Pára de ser convencido. – Gracejei, soltando uma gargalhada.
- Eu não sou convencido, só estou a dizer a verdade.
Eu continuei a rir-me.
- Ainda não percebi porque é que te estás a rir. – Disse ele, com cara de quem não está mesmo a perceber nada.
- Também não é para perceberes. – Atalhei, dando-lhe um beijo no canto da boca.
Ele sorriu. Eu encosto a cabeça ao seu ombro, entrelaçando a minha mão à sua. Ele deposita um beijo nos meus cabelos.
Ainda tivemos de esperar um pouco, mas, poucos minutos depois, já estávamos na estrada.
Tínhamos uma mulher a explicar-nos tudo por cada sítio que passávamos, e passámos por todos os sítios que tínhamos combinado.
A visita terminou ao final da tarde, ao pé da Tower Bridge, para minha felicidade.
Saímos do autocarro e eu corri para um corrimão, que dava para o rio.
- Pede um desejo. – Alguém sussurra no meu ouvido. A voz do Tom.
Olho para lá. A ponte estava a baixar. Sorri, fechando os olhos. Sinto uns braços à volta da minha cintura e um beijo no pescoço. Pedi o desejo: “Que estes momentos nunca acabem” Abri os olhos, virando-me para o Tom, que sorria. Depositou um beijo nos meus lábios e olhou-me profundamente nos olhos. Pendurei-me no seu pescoço e beijei-o apaixonadamente.
- Amo-te! – Disse eu, depois.
- Também te amo, princesa! – Disse ele, sorrindo. – Anda, vamos ter com os outros. – Deu-me a mão e lá fomos.
A seguir, encaminhámo-nos para a London Eye. A Emma estava radiante. O Harry foi andar com ela, enquanto nós fomos sentar-nos nuns bancos que havia ali perto. Eu fiquei sentada ao colo do Tom, porque senão não havia espaço para todos.
Estávamos todos na conversa, quando o Tom me sussurra algo ao ouvido:
- O que vais fazer a seguir?
- Não sei, porque? – Respondi.
- Hum… Por nada. Podíamos fazer qualquer coisa juntos.
- Hum… E íamos fazer o quê?
- Não sei, talvez ver um filme, enroscados um no outro. Que dizes?
- Parece-me bem. Também podíamos encomendar uma pizza. – Propus.
- Sim, boa ideia. – Concorda ele. – E fazemos onde? Na tua casa?
- Sim, pode ser.
- Então, queres ir já? – Perguntou-me, depois de olhar para o relógio.
- Hum… Sim. Deixa-me só mandar uma mensagem á Emma.
Peguei no telemóvel, começando a escrever a mensagem:
“Emma, eu e o Tom vamos lá para casa. Ficas bem?”
Passados uns segundos, ela responde:
“Ok. Não te preocupes comigo, eu fico bem. A seguir vou jantar com o Harry e depois vamos dar uma volta, por isso vocês podem ficar à vontade ^^”
“Uh! Amanhã quero saber tudo! :D”
“Fica descansada :D Vá, até amanhã! Diverte-te.”
“Até amanhã, Em! Tu também ^^”
- Pronto, temos a casa por nossa conta. – Contei, sorrindo.
- Então porquê?
- A Emma vai sair com o Harry e não sabe a que horas chega.
- Ainda tens de me contar o que se passa entre esses dois.
- Sim, eu conto-te pelo caminho.
- Combinado. – Concordou, sorrindo. – Vamos embora?
- Vamos. – Levantei-me do colo dele, puxando-o, para que ele se levantasse, de seguida.
Assim que se levanta, dá-me um leve beijo nos lábios, fazendo-me sorrir.
Despedimo-nos dos outros e começámos a andar até ao Nando’s, pois o Tom tinha deixado o carro aí perto. Ainda andámos um bocado, mas valeu a pena. Íamos sempre a falar e a rir, a fazer parvoíces, enfim, foi como nos velhos tempos. Apesar de ele agora ser meu namorado, sinto que tenho o meu melhor amigo de volta, embora seja muito mais intimo que antes.
Já dentro do carro contei-lhe tudo sobre a Emma e o Harry.
- Uau! Será que é desta que o Harry muda? Bem, pelo que tu contaste, ele deve gostar mesmo dela, e ele ficou mesmo aflito com aquela notícia, não é?
- Sim, mas porque é que ficaste tão surpreendido?
- Porque ele sempre foi muito mulherengo, e costuma levá-la para a cama logo no primeiro encontro e não se preocupa em explicar-se a uma rapariga porque saiu com outra, e isso não aconteceu com a Emma, pois não? – Justificou-se o Tom.
- Pois, tem lógica. – Observei, pensativa.
- E o Harry sempre disse que, quando se apaixonasse, seria para sempre.
- E achas que ele se está a apaixonar pela Emma?
- Sim, penso que sim.
- Pois, quando falei com ele pelo telemóvel, ele pareceu-me sincero, mas, ao mesmo tempo, tenho medo que a Emma saia magoada disto tudo.
- Ele pode ser mulherengo, mas mentiroso não é. Acho que não há razão para nos preocuparmos.
- Sim… - Concordei, ainda um pouco reticente.
- Chegámos. – Informou ele.

Saímos do carro e entramos em casa. Primeiro fui mostrar-lhe a casa. A divisão final foi o meu quarto. Começamos aos beijos e pronto, uma coisa levou à outra. Acabamos por ficar lá o resto do dia.



Olá! :D
Aqui está o capitulo 7. Espero que gostem e não se esquecem de dar a vossa opinião.
Preparem-se, porque a história vai começar a aquecer, a partir do próximo capitulo. Vou tentar publicá-lo ainda esta semana, mas não prometo nada.
Beijinhos ^^

Capitulo 6

em 23 de junho de 2013

(…)
Passamos a tarde toda no centro comercial. Parecia que estávamos a renovar o guarda-roupa. E estávamos, não é? Compramos tanta coisa. Para o jantar comprei um vestido preto, lindo, uns sapatos brancos de salto alto, igualmente lindos, e um casaco branco, tipo blazer. Ah! E uma mala preta, com franjas, uma das minhas peças favoritas. Sim, porque, das coisas que comprei, a minha favorita é a máquina fotográfica digital, profissional.

Desde os meus 12 anos de idade que adoro fotografia e gostava de seguir essa área, mais especificamente fotografia de moda e paisagem.
A Emma foi, muitas vezes, minha modelo, e o Tom também. Tenho fotos espectaculares deles, especialmente do Tom. Há umas em que ele está super sexy.

Ao final da tarde, os rapazes foram ter a nossa casa.
- Desculpem termos adiado o almoço à última da hora, mas tivemos uns imprevistos. – Desculpou-se o Liam.
- Não faz mal. Nós também estivemos entretidas, por isso… - Contrapôs a Emma.
- Ui! Imagino. – Atirou o Harry.
Dei-lhe uma sapatada no braço.
- Au! – Queixou-se, massajando o braço.
Por volta das sete da tarde, fui tomar um banho e preparar-me para o jantar.

Tinha acabado de vestir o vestido, batem à porta.
- Entre.
A porta abre-se. Era o Zayn.
- Uau! Estás linda… - Observou ele.
- Obrigada. – Disse eu, envergonhada. – A que se deve, então, esta humilde visita aos meus aposentos? – Gracejei, sorrindo.
Ele sorriu, igualmente.
- Vim avisar-te que o Tom já está lá em baixo.
- Já?! Ainda é tão cedo… - Retorqui, olhando para o relógio.
- Pois, quando vamos sair à noite ele também chega muito cedo, mas neste caso é diferente…
Olhei para ele, já tinha calçado os sapatos.
- E é diferente porquê? – Perguntei, colocando coisas dentro da mala.
- Ora, porque ele gosta de ti e vê-se que está nervoso.
Sorri ao ouvir aquilo.
Fui até à casa de banho, pintar os olhos. O Zayn veio atrás de mim, encostando-se à ombreira da porta.
- Catelyn? – Apelou-me.
- Diz.
- Apesar de agora estares com o Tom, gostava de te conhecer melhor e que fossemos amigos… - Confessou.
- Mas nós não somos amigos?
- De certa forma sim, mas não tão íntimos.
- Só precisamos de falar mais e de estar mais vezes juntos.
- Claro.
- Que tal estou? – Perguntei, virando-me para ele. (http://www.polyvore.com/jantar_com_tom/set?id=66090632&lid=1795993)
- Estás linda!
- Achas que ele vai gostar?
- Seria um estúpido se não gostasse. – Dizia ele, embevecido.
Corei imediatamente.
- Bem, vamos para baixo, senão ele farta-se de espera e vai-se embora. – Disse eu, pegando no casaco e na mala.
O Zayn foi à minha frente.
- Aqui está a princesa Catelyn. – Informou a “plateia” que estava na sala.
Eles olharam todos para a porta. Eu entrei. Ficaram todos boquiabertos, especialmente o Tom.
A Emma foi a primeira a reagir.
- Uau! Nunca pensei que ficasse tão bem, com o conjunto completo.
- Nem eu. – Confessei. – O que achas Tom? – Perguntei-lhe, virando-me para ele, que já se tinha levantado do sofá e já estava a caminhar até mim.
- Estás linda, princesa. – Disse ele, com os olhos a brilhar e segurando a minha mão.
Corei e sorri.
- Bem, vamos? O jantar espera-nos.
- Claro, vamos. Até amanhã, pessoal.
- Até amanha! – Disseram todos, em uníssono.
Assim que saímos pela porta, o Tom puxa-me para ele e dá-me um longo beijo.
- Durante todo o dia não parei de pensar em ti. – Disse ele, depois. – Não via a hora em que te teria nos meus braços outra vez.
Eu sorri.
- Eu também tive muitas saudades tuas. – Retorqui, fazendo-o sorrir.
Fomos de mão dada até ao carro.
- Qual é o destino? – Perguntei, já dentro do carro.
- Surpresa. – Respondeu-me, ligando o carro.
Eu sorri, não dizendo mais nada.
Trinta minutos depois, entrámos por um portão, que dava a um lindo jardim e a um caminho de uma bonita mansão. Eu estava completamente boquiaberta.
- Tom, onde é que estamos. – Perguntei, mas ele não me respondeu, apenas sorriu.
Parámos o carro à frente daquela grande mansão. O Tom veio-me abrir a porta do carro, e levou-me para trás da mansão. Parámos a meio caminho.
- Fecha os olhos. – Pediu-me, sorrindo.
- Para quê?
- Já vais ver. Agora fecha os olhos, vá.
- Ok, ok. – Fechei os olhos.
Ele agarra nas minhas mãos e puxa-me para a frente, fazendo-me andar. Caminhámos frente a frente, até ao sítio onde ele me levava.
- Chegámos. – Informou, parando. – Já podes abrir.
Abri os olhos, deparei-me com uma espécie de palco, coberto por um toldo com uma espécie de véu caído à volta do “palco”, como uma cortina. No meio estava uma mesa, com as respetivas cadeiras, frente a frente. “Um jantar à luz das velas…”, pensei, sorrindo. Olhei para ele, ele também me olhava.
- Então? O que achas? – Perguntou-me, algo nervoso.
- Lindo! – Respondi, olhando à minha volta. – Como conseguiste este lugar? Deve ter custado um balúrdio.
- É aqui que eu vivo…
- O quê? Só podes estar a brincar.
- Não, estou a falar a sério. Eu conto-te durante o jantar. Vem! – Pegou-me na mão e levou-me até à mesa.
Afastou a cadeira, para eu me sentar. Lá me sentei.
Após nos sentarmos, o Tom fez um gesto com a mão, fazendo um empregado servir o jantar. Era uma coisa simples, uma salada de frango com amêndoas.
- Eu não quis fazer uma coisa muito sofisticada. Eu sei que não gostas muito dessas coisas.
Eu sorri, levando uma garfada à boca.
- Então, conta-me lá que história é essa de viveres aqui. – Quis eu saber.
- Ah! Bem… O casal que me adoptou é muito rico, sempre me deram tudo o que precisei e sempre me deram muito amor e carinho. Puseram-me num colégio privado, onde acabei o secundário e onde fiz muitos amigos, também. E agora estão a pagar-me um curso de gestão, para eu poder assumir o comando da empresa do meu pai, daqui a uns anos.
- Uau! – Exclamei, boquiaberta. – E esse era o curso que querias?
- Para te ser sincera, não, não era, e não é.
- Então?
- O meu sonho sempre foi ter uma gravadora e gravar os CD's dos músicos mais conceituados…
- Como os One Direction?
- Sim…
- Um dia às de conseguir realizar esse sonho.
Ele sorriu, tristemente.
- Agora fala-me de ti. O que tens feito?
- Nada de interessante. Quando te foste embora, foquei-me nos estudos, para manter a cabeça ocupada, acabei o 12º com média de 18,5, e pronto, agora estou aqui, em Londres.
- E não gostavas de tirar um curso?
- Sim, por acaso até gostava, mas não sei do quê…
- Ainda gostas de fotografia?
- Claro, cada vez mais.
- Então, porque não investes nisso?
- Como assim?
- Podias tirar um curso de fotografia, já que gostas tanto dessa área.
- Olha, não é má ideia.
- A minha mãe é professora numa faculdade que tem um curso de fotografia, eu posso falar com ela, se quiseres.
- Claro, se não te importares.
- Claro que não me importo. – Disse ele, pousando a sua mão na minha.
Eu sorri, envergonhadamente.
Ficamos a olhar-nos profundamente, nos olhos um do outro, até que começa a suar a melodia de um violino. Olho para traz, surpreendida. Estava um homem, atrás da cortina, a tocar violino.
- A menina dá-me a honra desta dança? – Olho para cima, o Tom estava de mão esticada para mim, sorrindo.
Sorri também, segurando a sua mão. Começamos a dançar, seguindo o ritmo daquela bonita melodia.
- Já te disse que estás linda, esta noite? – Sussurrou-me ao ouvido.
- Não. – Respondi, sorrindo.
Ele afastou-me um pouco, para me poder encarar.
- Estás linda! – Disse ele, sorrindo ternamente.
Eu sorri também. Levei a minha mão à sua face, acariciando-a. Ele fecha os olhos, como que para sentir melhor a carícia que lhe fazia, e leva a sua mão à minha.
- Tenho um pedido para te fazer. – Anunciou.
Afastou-se um pouco, ajoelhando-se à minha frente, com uma caixa vermelha na mão.
- Queres namorar comigo? – Perguntou-me, abrindo a caixa.
Lá dentro estava uma meia-lua prateada. (http://www.polyvore.com/offer/set?id=68716140&lid=1795993)
Levei a mão à boca.
- Oh my god! – Exclamei. – Sim, claro que sim.
Ele levanta-se, vem para traz de mim e põe-me o colar ao pescoço. Eu viro-me para ele, pendurando-me no seu pescoço. Ele junta, finalmente, os nossos lábios, selando, assim, aquele pedido com um beijo longo e apaixonado, que acabou por se tornar intenso e selvagem.
Ele pega-me ao colo, eu entrelaço as minhas pernas à volta da sua cintura. Ele leva-me par dentro da mansão, subimos uma escadaria, até chegarmos ao quarto dele. Assim que chegamos lá ele põe-me na cama, cuidadosamente, ficando por cima de mim.
- Tom… - Apelei, entre o beijo. – Os teus pais…
- Eles não estão cá, só voltam amanhã à noite – respondeu-me, começando a beijar o meu pescoço, fazendo-me arrepiar.
Ele começa a tirar-me o vestido, eu começo a tirar-lhe a camisa. “Meu deus, que homem é este?”, pensei, olhando para os seus abdominais bem definidos. Ele sorri, com a minha reacção, continuando a beijar-me.

Eu já só estava de sutiã e de cuecas e ele de boxers. Ele explorava todo o meu corpo com as mãos. Minutos depois, já estávamos debaixo dos lençóis, completamente nus, unidos num só.



Olá! ^^ Aqui está mais um capitulo. 
Espero que estejam a gostar. Dêem-me a vossa opinião em relação à história.

Capítulo 5

em 21 de junho de 2013

No dia seguinte, acordei com uma porta a bater. Levantei-me e fui ver o que era. Quando chego lá a baixo, vejo a Emma toda contente, com um monte de sacos de supermercado á volta dela.
- Bom dia! Dormiste bem? – Perguntou-me, toda contente.
- Bom dia! O que é que é isso tudo?
- Então, é comida. A dispensa está vazia, já te esqueceste?
- Não, mas podias ter-me acordado, que eu ia contigo.
- Eu achei melhor deixar-te a descansar…
- Porquê? Eu estou bem…
- Catelyn, eu vi logo, pela maneira que vieste embora, que não estavas bem. Depois, saiu o Tom disparado, e nunca mais voltou. E quando vim para casa, encontrei-o sentado ali nas escadas…
- Ele contou-te, não foi? – Perguntei, interrompendo-a.
- Sim, Cat, contou.
Baixei a cabeça, de maneira a esconder a lágrima que ameaçava cair, e sentei-me na escada.
- Os rapazes ficaram preocupados contigo… - Murmurou a Emma, sentando-se ao meu lado.
Levantei a cabeça, encarando-a.
- E convidaram-nos para ir almoçar com eles, ao Nando’s. – Disse ela, sorrindo.
Eu sorri também, embora tristemente.
- Agora vamos arrumar as coisas que já são quase horas de almoço.
- Ok. Então eu vou despachar-me e já venho ajudar-te.
- Ok.
E assim foi.
Pouco tempo depois, já estávamos prontas a sair.
Quando abri a porta, tive uma surpresa. O Tom estava sentado nas escadas. Paralisei completamente.
- Vai. – Incentivou a Emma, empurrando-me para a frente. – Vai falar com ele.
Aí, o Tom vira-se para trás.
- Ah! Esqueci-me de uma coisa lá em cima. Volto já! – E fechou a porta.
Ficamos uns segundos a olhar um para o outro. Ele vira as costas. Respiro fundo, fechando os olhos, e vou sentar-me ao seu lado.
Ficamos uns segundos calados, até que…
- Desculpa… - Dissemos, ao mesmo tempo.
- Fala tu primeiro. – Pediu-me.
- Não, fala tu. – Repeti.
- Não, fala tu.
Ri-me.
- Ok, falo eu. – Cedi. – Bem… Ahm! Desculpa ter fugido daquela maneira… - Baixei a cabeça. – Eu tive medo que, depois daquilo, te fosses embora, outra vez. Eu só não quero voltar a sofrer… - Continuei, já com as lágrimas no rosto.
Sinto umas mãos quentes a envolver as minhas.
- Eu não vou a lado nenhum. Eu amo-te! Sempre te amei… - Sussurrou-me ao ouvido.
Eu levantei a cabeça, encarando-o.
- Eu já gostava de ti, quando me beijaste, só que, acabei por te esquecer, pensava eu, com o passar do tempo. Mas, quando apareceste, voltou tudo, mas eu tinha medo de estar a confundir as coisas e aquele beijo alterou tudo, percebes?
- Percebo. Eu também senti o mesmo, só que senti medo de… Pronto, tu sabes… - Baixei de novo a cabeça.
Com dois dedos, ele levanta o meu queixo, fazendo-me olhá-lo nos olhos.
- Agora já não há razões para teres medo. – Murmurou, aproximando-se cada vez mais de mim. – Prometo. – Finalizou, anulando, finalmente, o espaço que nos separava, juntando os nossos lábios num beijo apaixonado e ansioso.
Do nada, ouvimos um guincho, vindo do outro lado da porta. Paramos o beijo, assustados, e viramos a nossa atenção para a porta, quer dizer, para a janela. A Emma estava lá, a dar saltinho de alegria, e nem se apercebeu que estávamos a observá-la, rindo da situação.
- Bom, tenho de ir trabalhar. – Anunciou, levantando-se. – Jantas comigo, esta noite?
- Sim, claro. – Respondo, levantando-me também.
- Então, venho buscar-te às 20h00. – Disse, agarrando a minha mão e puxando-me para ele. – Até logo! – Sussurrou ao meu ouvido, o que me fez arrepiar.
- Até logo! – Disse eu, embevecida, vendo-o afastar-se.
Segundos depois, fui lá para dentro, ter com a Emma.
- Então? Resolveram as coisas? – Pergunta-me a Emma.
- Sim, mais ou menos.
- Como assim?
- Tenho medo… - Murmurei.
- Mas ele provou, ali, que te ama e…
- Eu sei… - Interrompi-a. – Mas tenho medo, o que é que queres? Estou com um mau pressentimento em relação a isto tudo…
- Cat, pára de arranjar obstáculos onde não existem e sê feliz. Há anos que esperavas por isto… - Dizia ela, envolvendo as minha mãos com as dela.
- Sim… Penso que tens razão. – Disse eu, já mais animada. – Ele convidou-me para jantar. – Contei, com os olhos a brilhar.
- Uh! Então hoje temos de ir às compras.
- Sim. – Concordei, com um sorriso. – Sabes, acho que já estamos atrasadas… - Lembrei-me, coçando a cabeça.
- Não te preocupes. Eles à pouco ligaram a dizer que ainda demoravam mais um pouco no estúdio, para irmos almoçando.
- Então o almoço ficou sem efeito? – Perguntei.
- Sim, penso que sim. Por isso, vamos já para o centro comercial e almoçamos no Macdonalds.
- Excelente ideia. Vamos?
-Vamos lá.

(…)


Ora aqui está o tão prometido Capitulo 5 :D Espero que gostem ^^
E... JÁ ESTOU DE FÉRIAS! Eheheheh! Já não era sem tempo... Enfim, isto tudo era para dizer que vou começar a postar capítulos mais frequentemente e vou fazer muitos passatempos e desafios, por isso preparem-se  :D
Beijinhos.
Boas leituras ^^

Capitulo 4

em 28 de abril de 2013


- Meninos, venham cá! Temos visitas – ouvimos o liam gritar.
Afastámo-nos rapidamente, assustados.
- Ahm! Vou buscar toalhas. – Disse ele, atabalhoadamente.
Assenti. Encostei-me à bancada. Ele volta, com as toalhas na mão. Limpámo-nos rapidamente e fomos ter com eles à sala.
Quando chegamos lá, estavam todos muito divertidos e adivinhem quem era a tal visita. Sim, era o Tom. Não fiquei muito surpreendida pois, o Tom e o Zayn sempre foram muito amigos.
Primeiro, ele foi cumprimentar o Zayn, com um abraço, e depois cumprimentou-me com um beijo na face e um “Olá, Cat!”. E, é claro que retribui ao seu cumprimento, dizendo:
- Tom! Não sabia que eras amigo dos One Direction.
- É. Há muita coisa que ainda não sabes. – Declarou, sorrindo e piscando o olho.
“Onde será que esta gente foi buscar esta resposta tão boa?”, pensei eu. E era verdade, já o Zayn me tinha dito aquilo…

Fomos sentar-nos. O Tom sentou-se onde estava, eu sentei-me no meio do Liam e do Niall e o Zayn sentou-se num sofá, sozinho.
Durante todo o tempo em que estive ali o Tom e o Zayn estavam sempre a olhar para mim. Como aquilo estava a ficar um pouco constrangedor, decidi ir para o jardim, com a desculpa de ir fazer um telefonema.
Sentei-me na relva, a olhar as estrelas. De repente, sinto o meu telemóvel tremer.
- Summer! – Atendi.
- Hey, Cat! Tudo bem? Chegaram bem? Já têm onde ficar?
- Sim. Temos uma casa espectacular, com vizinhos muito simpáticos, e já temos trabalho.
- Uhuhuh! Vizinhos?
- Sim. São os One Direction.
- O quê? Vocês são vizinhas dos One Direction?!
- Yap.
- Mas o Zayn também não faz parte dessa banda?
- Faz.
- Oh my god! Então tu e a Emma reencontraram-no.
- Sim.
- O que se passa? Não me pareces muito feliz.
- Advinha quem está cá em Londres e é amigo  dos One Direction.
- Não! O Tom?
- Sim.
- Oh my god!
- Pois…
- E estás assim por causa dele?
- Não é só por causa dele, também é por causa do Zayn…
- Então?
- O ambiente entre nós está estranho e, à bocado, íamo-nos beijando.
- Hum… E isso é mau?
- Claro que é mau. Eu assim fico mais confusa do que já estou.
- E estás confusa porquê?
- Porque… Olha, porque os sentimentos que eu tinha pelo Tom estão a voltar. E depois é o Zayn, que está diferente, para melhor, percebes? Está mais sociável, mais amigo do seu amigo, mais divertido… Sinto-me bem com ele…
- Hum… E com o Tom? Sentes-te bem?
- Sim, com o Tom sinto-me ainda melhor.
- Pronto, aí tens a tua resposta.
- Não sei…
- Com o tempo vais saber, amor. Olha, vou passar à minha mãe. Ela está desesperada para falar contigo.
- Ok. Obrigada pelos conselhos.
- Não tens de quê. Beijinhos para ti e para a Emma.
- Beijinhos.
- Catelyn, minha querida. Como estão? Estão a dar-se bem por aí?
- Lydia, não te preocupes. Nós estamos bem.
- Hum… Está bem! Ouvi a Sum dizer que tinam reencontrado o Tom, é verdade?
- Sim.
- Oh! Então dá-lhe um beijinho meu e diz-lhe que tenho muitas saudades.
- Serão entregues.
- Vá, minha querida. Já não vos vou chatear mais. Beijinhos. Vão dando noticias.
- Claro. Beijinhos.
E desliguei.
Fiquei a pensar nos conselhos da Summer.
- Posso?
Olho para cima. Era o Tom.
- Claro. – Respondi, sorrindo.
Ele sentou-se.
- Então? Estavas a falar com quem, ao telemóvel?
- Com a Summer e a Lydia.
- Oh! Como é que elas estão? Tenho tantas saudades.
- Elas também e mandaram-te um beijinho.
- E não mo vais entregar? – Perguntou, com um sorriso matreiro.
Quando lhe ia dar o beijinho, ele volta a cabeça e acabo por lhe dar um beijo nos lábios. Ao principio fiquei um pouco surpreendida e pensei em afastar-me e sair dali. Mas depois, quando ele põe a mão na minha face e com a outra me puxa mais para ele, percebi que ele queria aquilo tanto quanto eu. Deixei-me levar e aproveitei o momento ao máximo.
Rompemos o beijo, ofegantes, mas continuamos com as testas unidas, a olhar-nos nos olhos.
O meu coração batia a mil à hora. Aquilo parecia um sonho. E eu acordei para a realidade…
Afastei-me dele, com as lágrimas nos olhos. Ele olha para mim, confuso.
- Isto não devia ter acontecido… - Murmurei, levantando-me de um salto e caminhando para a porta.
- Cat! Espera! – Dizia o Tom, atrás de mim. Mas eu não parei. Cheguei à sala, despedindo-me de todos.
- Bom, pessoal. Vou para casa. Até amanhã!
- Mas… Cat! Queres que vá contigo? – Perguntou a Emma.
- Não. Fica. Tens a tua chave, não tens?
- Tenho, mas…
- Então pronto. Qualquer coisa eu estou aqui ao lado, ok?
Lá ao fundo consegui ouvir o Tom a chamar por mim e a caminhar até à sala. O meu coração começou a acelerar.
- Vá. Até amanhã! – Dei um beijo na face à Emma e sai dali.
Ele ia-me apanhando, à porta de casa, mas eu entrei a tempo. Ainda o ouvi a bater à porta.
Corri escada a cima e tranquei-me no quarto.
Sentei-me na cheselong, agarrada à almofada.
Comecei a chorar sem parar. Veio-me à lembrança o beijo que dei ao Tom à anos a trás e a Lydia a entrar no quarto e a dar a noticia de que o Tom tinha sido adoptado, e depois, o dia em que ele se foi embora…
Eu não quero que ele se vá embora outra vez. Não quero voltar a sofrer… Percebem agora porque é que eu fugi?
Depois de tanto chorar, adormeci.

Ah! Pois. Esqueci-me de vos dizer quem são a Summer e a Lydia… Bem, a Lydia é a diretora do centro. Ela sempre nos ajudou muito e deu-nos sempre o que podia. A Summer é a filha dela, tem a mesma idade que nós, sempre fomos muito amigas, mas a amizade é mais entre mim e ela do que entre ela e a Emma, apesar de também gostarem muito uma da outra. Por isso, basicamente, a Lydia é a nossa “mãe” e a Summer a nossa “irmã”.

Summer

(Para a Lydia não consegui encontrar nada de jeito)

Aqui está o tão espera Capitulo 4 :)
Espero que tenham gostado ^^
Dêem opiniões, por favor, é muito importante para mim :)
Beijinhos.

P.s.: Já que só houve uma pessoa a participar, o passatempo fica sem efeito. Com muita pena minha, mas pronto...
  


Topo