On repeat!! *.*
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1* Projecto 10: 10 Factos Sobre a Minha Mãe
Publicado por
Ana M. Custódio
em
13 de outubro de 2015
1. Consegue comer gelado o ano todo.
2. É espiritual.
3. É uma dorminhoca de primeira apanha.
4. Vê sempre o lado bom das pessoas.
5. Espera sempre demais dos outros.
6. É uma excelente cozinheira.
7. Gosta de ajudar os outros.
8. É das pessoas mais bondosas que conheço.
9. É a mais sábia das conselheiras.
10. É a melhor mãe do mundo. *.*
E pronto, é isto. Está feito o Primeiro Projecto 10. Muito atrasado, eu sei... Mas ao menos chegou não é!! :P Brevemente postarei o Segundo, fiquem atentos. ;)
Feliz Dia Mundial do Escritor!! :D
Publicado por
Ana M. Custódio
"Escreve-se para preencher vazios, para fazer separações contra a realidade, contra as circunstâncias"
Autor Desconhecido (Porque eu já não me lembro qual é :P)
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Surpresa 2# (Muuuuuito atrasada, eu sei...)
Publicado por
Ana M. Custódio
em
5 de agosto de 2015
Não se se lembram deste post; e se bem se lembram, eu não cheguei a postar nada sobre a surpresa número dois. Para dizer a verdade, estive a esperar pelo momento certo...e se momento chegou ^^
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OMG!! :O
Publicado por
Ana M. Custódio
em
2 de agosto de 2015
Quem já ouviu o novo single dos One Direction?? É simplesmente linda *.* Mal posso esperar pelo próximo álbum O.O
Publicado por
Ana M. Custódio
em
21 de julho de 2015
Surpresa 1# - Capitulo 4 - The Power of Love
Publicado por
Ana M. Custódio
em
11 de julho de 2015
À medida que me aproximava
da grande porta que dava entrada para a mansão à qual chamava de minha casa, vários
pensamentos me iam passando pela cabeça. “Será que eu tenho sido injusta com a
mãe? Terá ela tentando proteger-me do seu sofrimento este tempo todo?” São
perguntas ao qual iria, não tarda, obter resposta. Rodeia a chave na fechadura,
abrindo a porta. Entrei dentro de casa. Bertha vinha da sala.
- Menina! Chegou mesmo a
tempo do jantar. – Disse ela, sorrindo afavelmente.
- Não tenho fome, Bertha,
mas obrigada. – Proferi, devolvendo o sorriso.
- Oh! Mas a menina tem de
comer alguma coisa.
- Eu como qualquer coisa
mais tarde, não te preocupes. – Tentei sossegá-la. – Onde está a minha mãe?
- Pronto, está bem! Mrs.
Owen está na saleta desde que a menina saiu esta manhã. – Comunicou-me Bertha,
algo preocupada.
Juntei os lábios numa linha.
- Obrigada Bertha! Eu vou
ver como ela está! – Proferi, dando-lhe um beijo na testa e dirigindo-me para a
saleta.
A divisão ficava numa porta
perto da entrada para a sala. Dei dois toques na porta com uma mão e com a
outra girei a maçaneta.
- Mãe? – Apelei.
Assim que entro na divisão
vejo-a sentada na cheselong, a olhar pela janela.
Pousei a mala e o casaco em
cima da mesa de escritório de madeira. Respirei fundo, dirigindo-me a ela e
sentando-me perto dos seus pés, também virada para a janela.
- Mãe? – Apelei mais uma
vez, afagando-lhe a perna.
Nesse momento, ela vira o
rosto para mim. Tinha os olhos inchados. Uma pontada de culpa dilacerou o meu
coração.
- Já chegaste! – Disse ela,
dando um sorriso melancólico.
- Precisamos de falar. –
Proferi, firme, mas gentilmente.
Ela desviou de novo o olhar
para a janela.
- O que queres saber?
Virei o corpo para ela.
- O porquê. Só preciso de
saber o porquê, mãe!
Ela olhou de novo para mim e
sentou-se direita, encostada à cheselong.
- Eu… Eu não sabia lidar com
a tamanha dor de perder o amor da minha vida e então, refugiei-me nas festas para
tentar esquecer… - As lágrimas já ameaçavam cair dos olhos. – Mas não te queria
deixar sozinha, estavas a sofrer tanto… E acabei por te “arrastar” comigo,
pensando que estava a fazer o melhor. – Baixou o olhar. – Mas não era… E tu
acabaste por ficar a pensar o pior de mim.- Abanou a cabeça, com as mãos a
esconder o rosto. Deixou cair os braços pesadamente, ao longo ao longo do seu
tronco. – Tenho de admitir que fiquei muito magoada com o que disseste esta
manhã, mas não te censuro, aliás, seria incapaz de te censurar, afinal de
contas, foram as minhas ações que te fizeram ter essa opinião. – À medida que
falava as lágrimas caiam, tanto no seu rosto, como no meu. A minha mãe estava
de rastos. Eu pus a minha mãe de rastos. – Eu fui egoísta, só pensei no meu
sofrimento e na minha perda e esqueci-me que tinha uma filha, que também tinha
perdido o pai…
- Não, mãe – interrompi-a,
apertando a sua perna – tu pensaste em mim, tu própria já o disseste. – Ela olhava
para mim, confusa. – Tu não querias deixar-me sozinha, por isso levavas-me às
festas contigo. Mas ao mesmo tempo, deixavas-me sozinha na mesma. Quer dizer,
eu sentia-me sozinha na mesma. – Ela baixou de novo o olhar. – E eu só
precisava de ti, do teu colo. – A minha mãe começou a soluçar, com os olhos
marejados de lágrimas.
Levantei-me e incitei-a a
chegar-se para o lado, para eu sentar-me mais perto dela. Pus um braço à volta
dos seus ombros, afagando o mesmo. Ela encostou a cabeça no meu ombro, chorando
cada vez mais. E eu chorei com ela, silenciosamente.
Ficámos assim largos minutos
até que ela se afasta ligeiramente, pegando nas minhas mãos.
- Perdoa-me por tudo o que
te fiz passar! Perdoa-me, por favor! – Pediu-me, suplicante.
Eu olhava para ela,
ternamente.
- Eu não preciso de te
perdoar por nada, mamã. – Acariciei o seu rosto. – Tu só tentaste fazer o
melhor para mim e eu não conseguia ver isso. Por isso, eu é que tenho de te pedir
perdão.
Ela levou também uma mão ao
meu rosto, sorrindo melancolicamente.
- Há tanto tempo que não me
chamavas “mamã”. – Dei uma pequena gargalhada.
Nesse momento, sinto os seus
braços envolverem-me, fazendo-me soluçar um pouco.
- Amo-te muito, muito,
muito! – Sussurrou ao meu ouvido.
- Também te amo muito, mamã.
– Apertei-a mais nos meus braços.
De repente, ouve-se alguma
coisa roncar, fazer ambas gargalharmos, quebrando o abraço que partilhávamos.
- Acho que estou com fome. –
Murmurou a minha mãe acariciando o seu estômago.
Eu ri um pouco.
- Por acaso eu também. -
Admiti. – Porque não vais tomar um banho e eu vou pedir à Bertha para servir o
jantar?
- Aceito! – Disse, sorrindo
mais abertamente. Parecia mais leve.
Levantou-se da cheselong,
encaminhando-se para a porta.
- Mãe! – Apelei. Ela
virou-se para mim. – A partir de agora, sempre que alguma de nós tiver algum
problema ou estiver a sofrer por alguma razão, vai ter com a outra.
Quando acabo de falar ela
dirige-se outra vez a mim, sentando-se há minha frente e estica o dedo
mindinho.
- Prometo. – Eu sorri e entrelacei os nossos dedos mindinhos.
Esta foi a primeira demonstração de amor entre a Kate e a mãe.
Espero que tenham gostado ^^
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Duas palavras e um número
Publicado por
Ana M. Custódio
em
10 de julho de 2015
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Music of The Week (30)
Publicado por
Ana M. Custódio
em
22 de junho de 2015
Diogo Piçarra - Verdadeiro
Não tenho palavras para descrever o quanto esta musica é linda *.* Aliás, toda a discografia que ele tem é simplesmente espectacular.
Digam-me, o que é que acham dele e das suas musicas? :)
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Favoritos de Verão!!
Publicado por
Ana M. Custódio
Finalmente o Verão chegou. Pois é, e nesta época do ano (tal como em todas a outras :p) encontramos coisas que gostamos muito, muito, muito, e outras que não gostamos nada, nada, nada. Isso mesmo, o post de hoje, como já devem ter reparado, é sobre os Favoritos de Verão, ou seja, vou partilhar com vocês o que me deixa mais extasiada nesta época do ano. ^^
Ora, cá vai:
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Finalmente!!!
Publicado por
Ana M. Custódio
em
21 de junho de 2015
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Para Repetir! ;)
Publicado por
Ana M. Custódio
em
26 de abril de 2015
A semana que passou, desgastou-me muito psicologicamente, foi uma semana complicada... Contudo, não podia acabar de melhor maneira, senão com uma noite de pura diversão, descontracção e dança, muita dança. E a isso devo a duas raparigas espectaculares ^^ Foi uma noite que nunca esquecerei e que, com certeza, vai ser para repetir muitas vezes.
Capitulo 2
Publicado por
Ana M. Custódio
em
11 de abril de 2015
- Então? O que se passa?
Estás muito calada hoje. – Perguntou-me Mary, quando saímos da primeira aula. –
Discutiste outra vez com a tua mãe, foi?
Dirigi-mo-nos aos cacifos.
Respirei fundo, abrindo o meu.
- Porque é que tu me
conheces tão bem? – Murmurei. Ela sorriu, em resposta. – Hoje fazem dois anos
que o meu pai morreu, e ela nem se lembrou, e ainda teve a lata de me falar
sobre a festa desta noite. Mais uma a que ela me quer arrastar. – Contei,
enquanto colocava os livros da primeira aula no cacifo.
Ela colocou uma mão no meu
ombro, apertando-o ligeiramente e, quando ela ia dizer algo, alguém clamou:
- Kate!
Olho para traz.
- Eric! Olá!
Ele sorriu.
- Está tudo bem? Parecias
triste há pouco, na aula.
- Ah! - Murmurei, trocando
um olhar com a Mary. – Sim, só estou a ter um dia menos bom.
- Hum… - Ele olhou-me com ar
de desconfiado. – Tens alguma coisa combinada para depois das aulas? –
Perguntou-me, mudando de assunto.
- Não, porquê? – Respondi,
trocando um olhar com Mary, de novo.
- É que estou com umas
dúvidas na matéria de Matemática. Achas que nos podíamos encontrar, depois das
aulas, para me ajudares?
- Ah! Claro. A que horas?
Vi um sorriso formar-se no
seu rosto.
- Às três, no Mario’s?
- Ok. Lá estarei. – Sorri.
Ele continuava a sorrir.
De repente, vejo o seu rosto
aproximar-se do meu e a deixar um beijo na minha face. Começo a sentir o meu
coração a bater muito rapidamente.
- Então, até logo!
- Até logo! – Murmuro, em
resposta.
Quando ele se afastou, levei
a mão ao rosto, acariciando com a ponta dos dedos, o sítio onde ele tinha deixado
o beijo. O meu coração continuava acelerado.
- Uau! O que foi isto? –
Ouvi Mary dizer. – Kate?
- Hã? O que foi? – Murmurei,
acordando daquele pequeno “transe”.
- Ui! Não me digas que já
estás apanhadinha por ele?
- O quê? Por quem? –
Perguntei, fechando o cacifo.
- Pelo Eric, Kate!
- Áh! Não, claro que não.
- Pois, mas parece. Ficaste
toda derretida, quando ele te deu aquele beijo.
- Não fiquei nada.
Ela riu-se.
- Então porque estás a
corar?
- Oh! Porque… - Nesse
momento, o toque de entrada suou, salvando-me das explicações. – Olha, vamos
mas é para a aula. – Proferi, começando a caminhar.
- Ok, mas não penses que
esta conversa fica por aqui.
- Sim, mamã… - Murmurei,
sorrindo e revirando os olhos.
Estacionei a scooter à frente do Mario’s, do outro lado da estrada, por volta das 15h05. A esplanada
estava cheia. Apesar de se sentir uma aragem gelada na rua, o Sol resplandecia,
quente e acolhedor.
Atravessei a rua e galguei o
pequeno gradeamento de ferro que protegia a esplanada. Entrei dentro do estabelecimento
e olhei em volta, em busca de Eric. Caminhei até ao balcão, onde se encontrava
Mario, o dono do negócio ao qual dera o seu nome; um homem nos seus quarenta e
poucos anos, com uns quilinhos a mais e um bigode negro, da qual ele se
orgulhava muito.
- Olá, Mário! – Cumprimentei-o,
sorrindo. – Por acaso não sabe se o Eric já está por aqui?
- Sim, sim! Chegou á uns
minutos. Está ali, naquela mesa do canto. – Respondeu-me, sorrindo, e apontou
para o sitio que estava a falar.
Olhei nessa direção. Lá
estava ele, sentado numa pequena mesa quadrada, de madeira, encostada à parede
de tijolo, concentrado nos livros.
- Obrigada. – Disse eu,
sorrido.
- De nada, querida. Olha,
queres alguma coisa?
- Hum… Pode ser um café,
obrigada.
- Está bem! Já vou levar.
Assenti e caminhei até àquela
mesa, parando em frente a ele.
- Olá! – Murmurei.
Ele olhou para cima e o seu
rosto pareceu iluminar-se. Eu sorri.
- Oh! Olá! Senta-te.
Sentei-me, retirando os
livros de matemática da mala.
- Estou muito atrasada? –
Perguntei.
- Não, eu também só cheguei à uns minutos. – Respondeu ele, dando uma olhadela ao relógio.
Eu assenti.
Passado uns minutos, o meu
café chegou, a fumegar numa chávena de chá redonda.
- Então? Em que tens
duvidas? – Perguntei, bebericando um pouco do meu café.
- Ah! Bem, na matéria do T.P.C.,
não percebo nada. – Respondeu-me, coçando a cabeça.
- Ok. Então vamos fazê-lo em
conjunto, para ser mais fácil.
Ele assentiu, mirando-me com
os olhos a brilhar.
- Ora, então vamos lá. –
Murmurei, abrindo o caderno e sorrindo mais uma vez.
Uma hora e meia depois, fechámos
os livros e decidimos pedir alguma coisa para comer. Um prato de crepes,
enrolados em triângulo, recheados com compota de morango, foi o que escolhemos,
para partilhar.
- Então, vais contar-me o
que tinhas esta manhã? – Perguntou-me ele, a certa altura.
- Hum… - Murmurei, limpando
os lábios com o guardanapo.
- Bem, se não quiseres
contar não faz mal, estás no teu direito. – Apressou-se a dizer, encostando-se
na cadeira.
- Não, eu quero contar. –
Proferi, colocando a mão no seu antebraço, retirando-a rapidamente a seguir.
- Ok. – Ele assentiu,
recostando-se na cadeira.
Olhei-o nos olhos. Eram tão
bonitos e…sinceros e acolhedores, estranhamente acolhedores. Fizeram-me sentir
que podia contar-lhe tudo… E contei.
A meio da história ele
arrastou a cadeira para mais perto de mim, segurando a minha mão. Quando acabei
de falar, deixei escapar uma lágrima, imediatamente limpa pelo dedo gordo de
Eric.
- Desculpa. Murmurou,
deixando ficar a mão no meu rosto.
- Porquê? – Perguntei,
olhando-o nos olhos.
- Porque não estive lá
quando mais precisaste, porque te ignorei e desprezei, em vez de te ajudar.
- Não, tu não me desprezaste,
só de olhares para mim sem ser com pena, já me estavas a ajudar.
- O quê?
- Ao contrário de todos os
que me ignoravam, tu não me olhavas com pena, só me transmitias força, era como
se me estivesses a dizer que compreendias o que eu estava a sentir.
- A sério?
Eu assenti. Um pequeno
sorriso apareceu nos seus lábios. A sua mão continuava no meu rosto. Vi os seus
olhos baixarem para os meus lábios. Entreabri os lábios, suspirando
ligeiramente. O seu rosto ia aproximando-se, mas, quando estava quase a
beijar-me, o meu telemóvel começa a tocar. Eu baixo a cabeça… E ele encosta a
sua à minha.
Tiro o telemóvel da mala e
olho para o ecrã. “Tio Martin”.
- Ah! Importaste que eu atenda?
– Pergunto, apontando para o telemóvel.
- Não, claro que não. Estás à
vontade. – Respondeu-me Eric, que já se encontrava no seu lugar original.
Assenti, deslizando o botão
verde para a direita e colocando o telemóvel no ouvido.
- Olá, tio!
- “Olá, Katie!”
Eu sorri.
- “Como estás, querida?”
- Bem, dentro dos possíveis.
- “Hum… Olha, cheguei agora
ao cemitério, porque não vens ter comigo, para falarmos?”
- Mas tu estás na vila?
- “Sim, cheguei na hora do
almoço. Então? Vens ter comigo ou não?”
- Ah! Sim, claro. Estou aí
em 15 minutos.
- “Está bem! Então, até já!”
- Até já, tio!
- Era o irmão do teu pai? –
Perguntou-me Eric, assim que desliguei.
- Não, era o melhor amigo e
um grande amigo para a família. Ajudou-me muito, quando o meu pai morreu. –
Guardei o telemóvel na mala, assim como os livros. – Bem, tenho de ir andando. -
Anunciei, levantando-me.
Ele levanta-se também.
- Obrigada por me teres
ouvido. – Disse eu.
- Eu é que agradeço, por
teres confiado em mim. – Respondeu ele.
Eu sorri.
Por momentos, congelámos,
ali, os dois, a olhar-nos, profundamente, até que eu, por fim, “acordo”.
- Bem, tenho mesmo de ir. –
Anuncio, mais uma vez, ajeitando a mala no meu ombro. – Até amanhã!
Para quem ainda não leu: Capitulo 1.
Publicado por
Ana M. Custódio
em
30 de março de 2015
The Power of Love - Capitulo 1
Publicado por
Ana M. Custódio
em
28 de março de 2015
Desculpem o desaparecimento... Não tenho tido muito tempo (ou vontade :/) Desculpem...
Mas enfim, não foi por isso que vos vim escrever, como já devem ter reparado. Depois de longos dias, semanas e afins, ganhei coragem e acabei de passar o primeiro capitulo a computador.
Espero que gostem tanto dele como eu ^^
Deliciem-se:
Cinderela *.*
Publicado por
Ana M. Custódio
em
4 de março de 2015
Comente aqui
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Séries de TV Favoritas
Publicado por
Ana M. Custódio
em
24 de fevereiro de 2015
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