O quê??? O.O

em 24 de novembro de 2015


Estava eu muito bem a explorar a parte dos New Releases do Spotify, quando me apareceu à frente esta musica:


E me apercebi de que estamos a 31 dias do Natal e de que estamos a uma semana de montar a árvore de Natal!! O.O Como é que tal coisa é possível?? Digam-me!!!

Perfect *.*

em 17 de outubro de 2015


On repeat!! *.*

1* Projecto 10: 10 Factos Sobre a Minha Mãe

em 13 de outubro de 2015

1. Consegue comer gelado o ano todo.

2. É espiritual.

3. É uma dorminhoca de primeira apanha.

4. Vê sempre o lado bom das pessoas.

5. Espera sempre demais dos outros.

6. É uma excelente cozinheira.

7. Gosta de ajudar os outros.

8. É das pessoas mais bondosas que conheço.

9. É a mais sábia das conselheiras.

10. É a melhor mãe do mundo. *.*


E pronto, é isto. Está feito o Primeiro Projecto 10. Muito atrasado, eu sei... Mas ao menos chegou não é!! :P Brevemente postarei o Segundo, fiquem atentos. ;)


Feliz Dia Mundial do Escritor!! :D



"Escreve-se para preencher vazios, para fazer separações contra a realidade, contra as circunstâncias"

Autor Desconhecido (Porque eu já não me lembro qual é :P)

Surpresa 2# (Muuuuuito atrasada, eu sei...)

em 5 de agosto de 2015



Não se se lembram deste post; e se bem se lembram, eu não cheguei a postar nada sobre a surpresa número dois. Para dizer a verdade, estive a esperar pelo momento certo...e se momento chegou ^^

OMG!! :O

em 2 de agosto de 2015



Quem já ouviu o novo single dos One Direction?? É simplesmente linda *.* Mal posso esperar pelo próximo álbum O.O



em 21 de julho de 2015



Então? Gostaram do novo visual? :/ ^^

Já Está! :D



E O PRIMEIRO ANO JÁ ESTÁ!! 
Que venha o Segundo! ^^



Surpresa 1# - Capitulo 4 - The Power of Love

em 11 de julho de 2015

À medida que me aproximava da grande porta que dava entrada para a mansão à qual chamava de minha casa, vários pensamentos me iam passando pela cabeça. “Será que eu tenho sido injusta com a mãe? Terá ela tentando proteger-me do seu sofrimento este tempo todo?” São perguntas ao qual iria, não tarda, obter resposta. Rodeia a chave na fechadura, abrindo a porta. Entrei dentro de casa. Bertha vinha da sala.
- Menina! Chegou mesmo a tempo do jantar. – Disse ela, sorrindo afavelmente.
- Não tenho fome, Bertha, mas obrigada. – Proferi, devolvendo o sorriso.
- Oh! Mas a menina tem de comer alguma coisa.
- Eu como qualquer coisa mais tarde, não te preocupes. – Tentei sossegá-la. – Onde está a minha mãe?
- Pronto, está bem! Mrs. Owen está na saleta desde que a menina saiu esta manhã. – Comunicou-me Bertha, algo preocupada.
Juntei os lábios numa linha.
- Obrigada Bertha! Eu vou ver como ela está! – Proferi, dando-lhe um beijo na testa e dirigindo-me para a saleta.
A divisão ficava numa porta perto da entrada para a sala. Dei dois toques na porta com uma mão e com a outra girei a maçaneta.
- Mãe? – Apelei.
Assim que entro na divisão vejo-a sentada na cheselong, a olhar pela janela.
Pousei a mala e o casaco em cima da mesa de escritório de madeira. Respirei fundo, dirigindo-me a ela e sentando-me perto dos seus pés, também virada para a janela.
- Mãe? – Apelei mais uma vez, afagando-lhe a perna.
Nesse momento, ela vira o rosto para mim. Tinha os olhos inchados. Uma pontada de culpa dilacerou o meu coração.
- Já chegaste! – Disse ela, dando um sorriso melancólico.
- Precisamos de falar. – Proferi, firme, mas gentilmente.
Ela desviou de novo o olhar para a janela.
- O que queres saber?
Virei o corpo para ela.
- O porquê. Só preciso de saber o porquê, mãe!
Ela olhou de novo para mim e sentou-se direita, encostada à cheselong.
- Eu… Eu não sabia lidar com a tamanha dor de perder o amor da minha vida e então, refugiei-me nas festas para tentar esquecer… - As lágrimas já ameaçavam cair dos olhos. – Mas não te queria deixar sozinha, estavas a sofrer tanto… E acabei por te “arrastar” comigo, pensando que estava a fazer o melhor. – Baixou o olhar. – Mas não era… E tu acabaste por ficar a pensar o pior de mim.- Abanou a cabeça, com as mãos a esconder o rosto. Deixou cair os braços pesadamente, ao longo ao longo do seu tronco. – Tenho de admitir que fiquei muito magoada com o que disseste esta manhã, mas não te censuro, aliás, seria incapaz de te censurar, afinal de contas, foram as minhas ações que te fizeram ter essa opinião. – À medida que falava as lágrimas caiam, tanto no seu rosto, como no meu. A minha mãe estava de rastos. Eu pus a minha mãe de rastos. – Eu fui egoísta, só pensei no meu sofrimento e na minha perda e esqueci-me que tinha uma filha, que também tinha perdido o pai…
- Não, mãe – interrompi-a, apertando a sua perna – tu pensaste em mim, tu própria já o disseste. – Ela olhava para mim, confusa. – Tu não querias deixar-me sozinha, por isso levavas-me às festas contigo. Mas ao mesmo tempo, deixavas-me sozinha na mesma. Quer dizer, eu sentia-me sozinha na mesma. – Ela baixou de novo o olhar. – E eu só precisava de ti, do teu colo. – A minha mãe começou a soluçar, com os olhos marejados de lágrimas.
Levantei-me e incitei-a a chegar-se para o lado, para eu sentar-me mais perto dela. Pus um braço à volta dos seus ombros, afagando o mesmo. Ela encostou a cabeça no meu ombro, chorando cada vez mais. E eu chorei com ela, silenciosamente.
Ficámos assim largos minutos até que ela se afasta ligeiramente, pegando nas minhas mãos.
- Perdoa-me por tudo o que te fiz passar! Perdoa-me, por favor! – Pediu-me, suplicante.
Eu olhava para ela, ternamente.
- Eu não preciso de te perdoar por nada, mamã. – Acariciei o seu rosto. – Tu só tentaste fazer o melhor para mim e eu não conseguia ver isso. Por isso, eu é que tenho de te pedir perdão.
Ela levou também uma mão ao meu rosto, sorrindo melancolicamente.
- Há tanto tempo que não me chamavas “mamã”. – Dei uma pequena gargalhada.
Nesse momento, sinto os seus braços envolverem-me, fazendo-me soluçar um pouco.
- Amo-te muito, muito, muito! – Sussurrou ao meu ouvido.
- Também te amo muito, mamã. – Apertei-a mais nos meus braços.
De repente, ouve-se alguma coisa roncar, fazer ambas gargalharmos, quebrando o abraço que partilhávamos.
- Acho que estou com fome. – Murmurou a minha mãe acariciando o seu estômago.
Eu ri um pouco.
- Por acaso eu também. - Admiti. – Porque não vais tomar um banho e eu vou pedir à Bertha para servir o jantar?
- Aceito! – Disse, sorrindo mais abertamente. Parecia mais leve.
Levantou-se da cheselong, encaminhando-se para a porta.
- Mãe! – Apelei. Ela virou-se para mim. – A partir de agora, sempre que alguma de nós tiver algum problema ou estiver a sofrer por alguma razão, vai ter com a outra.
Quando acabo de falar ela dirige-se outra vez a mim, sentando-se há minha frente e estica o dedo mindinho.
- Prometo. – Eu sorri e entrelacei os nossos dedos mindinhos.



Esta foi a primeira demonstração de amor entre a Kate e a mãe.
Espero que tenham gostado ^^

Uma já foi!

em 26 de junho de 2015



Passei a uma disciplina à qual tive de ir a exame, por ter chumbado no final do semestre, o que me deu mais alento para passar às outras duas.

VOU CONSEGUIR, NÃO ME CHAME EU ANA MARGARIDA!!

Music of The Week (30)

em 22 de junho de 2015



Diogo Piçarra - Verdadeiro

Não tenho palavras para descrever o quanto esta musica é linda *.* Aliás, toda a discografia que ele tem é simplesmente espectacular.

Digam-me, o que é que acham dele e das suas musicas? :)

Favoritos de Verão!!


Finalmente o Verão chegou. Pois é, e nesta época do ano (tal como em todas a outras :p) encontramos coisas que gostamos muito, muito, muito, e outras que não gostamos nada, nada, nada. Isso mesmo, o post de hoje, como já devem ter reparado, é sobre os Favoritos de Verão, ou seja, vou partilhar com vocês o que me deixa mais extasiada nesta época do ano. ^^

Ora, cá vai:

Finalmente!!!

em 21 de junho de 2015


E, finalmente chegou o Verão!!!!! :D

Capitulo 3


Quando cheguei ao cemitério, encontrei um homem ajoelhado ao lado da campa do meu pai. Aproximei-me.
- Tio?
- Katie! – O homem ergueu-se e abraçou-me.
Eu retribui, fechando os olhos com força.
Ele afastou-me ligeiramente, olhando-me de cima a baixo.
- Estás tão crescida, querida.
Eu ri, abraçando-o mais uma vez.
- Então? O que fazes aqui na vila, afinal? – Perguntei, sentando-me ao seu lado num banco.
- Vim visitar a minha sobrinha preferida. Porquê? Não posso?
- Eu sou a única sobrinha que tens, e emprestada, mas pronto. – Proferi, encolhendo os ombros.
Ele riu-se.
- Agora a sério – recomeçou. – Vim tratar de uns negócios, com a tua mãe, e aproveitei para visitar a campa do teu pai, já que hoje…enfim. – Baixou a cabeça e passou a mão pelo cabelo.
- Eu sei, tio, eu sei. – Afaguei-lhe o braço.
 Ficámos uns minutos em silêncio.
- A tua mãe contou-me o que aconteceu esta manhã!
Fiz um movimento de impaciência com a cabeça.
- Não quero falar sobre isso agora, tio.
- Temos de falar, Kate. – Ripostou, olhando-me gravemente. – A tua mãe está mal com o que aconteceu e está magoada.
- Com o quê? Comigo? Eu é que estou magoada com ela tio, e muito. Ela esqueceu o papá e só ainda passaram 2 anos.
- Não Kate, ela não esqueceu. Como é que podes dizer isso? – Disse o meu tio, em tom reprovador.
- Ela esqueceu-se do que o dia de hoje significava, a sua única preocupação era o que ia levar vestido na festa de hoje… - Baixei a cabeça, uma lágrima já ameaçava cair.
- Oh! Kate! É a forma da tua mãe lidar com a dor. Ela amava o teu pai…
- Não, não amava tio, ela usou-o…
- Chega! – Disse, levantando-se do banco de rompante. – Chega Kate! Tu não falas mais assim da tua mãe, nunca mais, ouviste! Ela não merece…
- E eu mereci ser arrastada para todas aquelas festas, quando estava a sofrer pela morte do meu próprio pai?! Eu nunca vi ela deitar uma única lágrima, nem no funeral…
- Ela apenas não queria que tu a visses chorar, ela só chorava no quarto, sozinha, ou comigo, na saleta. E só te levava às festas porque não te queria deixar sozinha.
- Mas deixou na mesma, tio. Eu não precisava de festas para não me sentir sozinha, só precisava dela… - Disse eu, e desatei a chorar.
- Oh! Katie! Anda cá! – Sentou-se de novo ao meu lado e puxou-me para si.

- Obrigada pela bolei, tio. Agradeci, inclinando-me para lhe dar um beijo de despedida.
 - Não tens de quê, querida. Eu depois mando vir cá trazer a Scooter.
Assenti e abri a porta do carro, preparando-me para sair.
- Katie! – Olhei para trás. – Fala com a tua mãe, sim?
Respirei fundo, fechando os olhos.
- Prometo. – Dei um pequeno sorriso e saí do carro. 




Aqui está o Capitulo 3. Se tiverem sorte, é capaz de haver um Capitulo 4 daqui a três semanas. ;)
(Sim, só daqui a três semanas... É quando já estou despachada dos recursos...)

Outros capítulos:

em 18 de junho de 2015


E o Capitulo 3 está pronto. :D Só falta passar para o computador... :p

Parece que...


Que voltei outra vez ao modo One Direction :D

Incrivél...

em 12 de junho de 2015


Os professores não podem mesmo ver me descansada... Têm sempre de arranjar trabalho...
Exame de Geografia, aqui vamos nós!!!!! -.-'



Quase dois meses depois...

em 9 de junho de 2015




Tenho tanta coisa para vos contar que nem imaginam! Desde encontros, desencontros, decisões difíceis, preocupações, alegrias, medos, tudo... Mas agora que terminei todos o semestre, vou ter muito tempo para vos contar tudo ^^
Em primeiro lugar, gostaria que soubessem que a The Power of Love irá continuar (juro-vos que estou a tratar disso), assim como todas as rubricas. Quer dizer, uma ou outra vai deixar de existir, mas outras vão aparecer. Vou, também, começar a escrever sobre as minhas leituras de Verão e também sobre as séries que vou vendo. Por isso, como podem ver, estes próximos meses vão ser bem ativos (espero eu O.O).
Ah! E também vão haver umas pequenas mudanças no visual do blog ^^

TAG: 50 Factos Sobre Mim! 1#

em 28 de abril de 2015


Adoro embrenhar-me num bom livro. *.*

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