terça-feira, 16 de julho de 2013

Capitulo 7

No dia seguinte, acordo com um leve beijo nos lábios.
- Hum! Bom dia! – Exclamei, pondo os meus braços à volta do seu pescoço e dando-lhe um beijo.
- Bom dia, princesa! Dormiste bem?
- Maravilhosamente bem.
Ele sorri.
- Já mandei fazer um pequeno-almoço redobrado para nós.
- Ainda bem, estou cheia de fome.
- E se fossemos tomar um banho, enquanto esperamos.
- Hum… Excelente ideia.
E lá fomos. Tomámos um banho e vestimo-nos de seguida, para irmos tomar o pequeno-almoço.
Fomos ter a um terraço, onde estava instalada uma mesma, com torradas, ovos mexidos, sumo de laranja e café.
Sentámo-nos a comer, enquanto conversávamos alegremente.
- O que vais fazer hoje? – Perguntei-lhe, a certa altura.
- Tenho de ir à faculdade… Mas à tarde estou livre, podíamos combinar qualquer coisa, que achas?
- Sim, podias fazer-me uma visita guiada por Londres.
- Oh! Claro. E, se eu estiver despachado à hora de almoço, podíamos almoçar juntos.
- Sim.
- Então, eu depois digo-te alguma coisa. Mas, de qualquer maneira, eu depois vou buscar-te à 2 da tarde, para a visita guiada.
- Combinado. – Concordei, sorrindo.

Depois do pequeno-almoço ele foi levar-me a casa.
Como as janelas ainda estavam todas fechadas, supus que a Emma ainda estivesse a dormir. Abri a porta, com cuidado, descalcei os sapatos e comecei a subir as escadas.
- Cat! És tu? – Ouvi alguém chamar, da sala.
Fui até lá, a Emma estava sentada no sofá, com uma manta por cima das pernas e com um ar ensonado.
- Então? Dormiste aqui? – Perguntei-lhe.
- Sim. Estava à tua espera, mas acabei por adormecer. Mas estou a ver que não valia a pena ter esperado. – Disse ela, endireitando-se no sofá.
Corei imediatamente.
Fui abrir as janelas e depois caminhei dali para fora.
- Ei! Onde vais?
- Vou lá a cima mudar de roupa. – Respondi, parando de andar.
- Tens muito tempo para isso. Vá, senta-te aqui e conta-me tudo – disse ela, fazendo um gesto com a mão, para eu me sentar ao seu lado.
Tive de lhe fazer a vontade. Sentei-me e comecei a falar. Ela só dava gritinhos de felicidade, mas, quando lhe contei que tínhamos dormido juntos, ela ainda ficou pior.
- Não acredito, tu e ele… My God! Foi a tua primeira vez, não foi? – Dizia ela.
Eu só me ria.
- Não…
- Não? – Perguntou-me, confusa.
- Não, a primeira vez foi com um rapaz que era vocalista daquela banda de garagem que foi tocar ao bar que costumávamos ir.
- Ah! Pois foi. Ainda namoraram uns meses, não foi?
- Sim. Mas o Tom não se compara a ele. O Tom é muito melhor.
- Ui! Foi assim tão bom?
- Foi para além do bom, Emma. Foi maravilhoso. Ele foi muito carinhoso comigo.
- Ainda bem, amiga. Estou muito feliz por ti. – Disse ela, sorrindo e pegando na minha mão.
Eu sorri também.
- Então e como é que foi a tua noite? – Perguntei, curiosa.
- Foi boa. Jantámos todos cá em casa. Depois fui dar um passeio com o Harry…
- Espera lá. – Interrompi-a. – O Harry convidou-te para sair?
- Ahm! Sim. Ele foi um querido, contou-me muitas coisas sobre ele, e eu sobre mim, claro, mostrou-me um pouco de Londres e fez questão de me vir trazer a casa. – Contou-me.
- Hum… Estou a ver um brilhozinho nesses olhos…
- Oh! Não é nada disso. Mal o conheço, Cat.
- Então, mas ontem ficaste a conhece-lo melhor, não foi?
- Bem, sim…
- Então…
- Ainda é muito cedo. Quando o conhecer melhor, depois logo se pensa nisso.
- Isso mesmo, dá tempo ao tempo. – Concordei. – Bem, vou tomar um duche, vestir outra roupa… - Informei, levantando-me.
- Eu vou tomar o pequeno-almoço, estou cheia de fome. – Disse ela, também se levantando. – Queres alguma coisa?
- Não, eu comi com o Tom. – Respondi, sorrindo.

Assim que entro no quarto soa o toque de mensagem. Tiro o telemóvel da mala. Uma mensagem do Tom:
“Já estou a morrer de saudades tuas +.+”
Assim que leio a mensagem, um sorriso forma-se na minha cara.
“E eu tuas, meu amor +.+”
Mandei a mensagem e atirei o telemóvel à cama.
Dirigi-me à varanda. Respirei fundo, sentindo o ar fresco a passar-me pelas narinas.
- Bom dia!
Olhei para o lado. O Zayn estava sentado numa espécie de poltrona, com uma caneca na mão.
- Bom dia, Zayn! – Cumprimentei-o, sorrindo.
Ele sorriu também.
- Então? Como foi a noite? – Perguntou-me.
- Foi espectacular. – Respondi.
- Fico contente por estares feliz.
Eu sorri.
O telemóvel dele toca.
- Oh! É o Liam! – Disse ele, atendendo o telemóvel. – Sim! Claro. Eu pergunto-lhes, não te preocupes. Ok. Ok. Até logo! – E desligou. – É para almoçarmos todos no Nando’s, para compensar-vos do almoço de ontem.
- Oh! Não era preciso, mas ok.
- Então, podes avisar o Tom? – Perguntou-me, sorrindo.
- Claro, vou já avisá-lo. É a que horas?
- À uma da tarde.
- Ok. Então até logo!
- Até logo, Cat!
Fui para dentro. Peguei no telemóvel, sentando-me na cama. Tinha outra mensagem do Tom:
“Amo-te <3”
Sorri de novo.
“Também te amo *.* Olha, queres almoçar com o pessoal, hoje, no Nando’s?”
Passados uns minutos ele responde:
“Claro. A que horas?”
“Uma da tarde.”
“Ok. Querem que vá aí buscar-vos?”
“Não, nós vamos com o Zayn, não te preocupes ^^”
“Ok. Então vemo-nos no Nando’s ^^”
“Sim ^^”
Pousei o telemóvel na banca de cabeceira e fui para a casa de banho. Passados uns minutos ouço a Emma a chamar-me:
- Cat! Onde estás?
- Aqui. – Respondi, saindo da casa de banho.
Ela estava sentada na minha cama, com o seu portátil nas pernas, e não estava com boa cara.
- O que se passa? Que cara é essa? – Perguntei, sentando-me também.
- Vê. – Disse ele, virando o computador para mim.
- Emma, o que é isto?
- Lê, por favor.
Olhei para ela e depois para o ecrã, começando a ler:
- “Harry Styles foi visto, esta noite, a entrar na casa de Caroline Flack. Será que estão juntos outra vez? – Fiquei completamente de boca aberta. – Emma…
- Não, não digas nada, eu… Bem, isto não me afeta, afinal, ainda é muito cedo para saber se estou apaixonada, não é? E ontem foi só uma saída de amigos, nada mais, por isso…
- Tens a certeza?
- Sim, ele é só um amigo e eu vou estar aqui para o que ele precisar.
- E se ele quiser explicar-se?
- Se ele quiser explicar-se, eu vou ouvi-lo e dizer-lhe que não tem mal nenhum em ele estar com outra pessoa, depois de sair comigo, como aconteceu esta noite.
Eu queria mesmo acreditar no que ela dizia, mas não conseguia. Ela estava sentida com aquilo tudo, estava magoada, pouco, mas estava, ela é que não queria admiti-lo.
Ainda fiquei uns segundos a olhar para ela, na esperança que ela me dissesse o que estava realmente a sentir, mas acabei por desistir.
- Vá, agora vai-te vestir. Os rapazes convidaram-nos para almoçar no Nando’s.
Ela sorriu, melancolicamente, e foi para o seu quarto.
Respirei fundo e fui para o closet, vestir-me.
O meu telemóvel toca.
- Harry! – Sussurrei.
- “Estou?” – Atendi.
- “ Ah! Catelyn! Bom dia!”
- “ Bom dia, Harry! O que se passa?” – Perguntei, fazendo-me de desentendida.
- “Bem, queria saber se já viste uma notícia e...”
- “Sim, já sei.”
- “E a Emma?” – Perguntou-me, algo ansioso.
- “Também… Na mesma noite que saíste com ela, Harry. O que é que fizeste?”
- “ Eu…eu não fiz nada, juro. Eu só fui lá porque ela me mandou uma mensagem a dizer que queria falar comigo. Eu já nem estou com ela, Cat.”
- “Tu gostas da Emma, Harry?”
- “Eu sei que nos conhecemos à pouco tempo, mas sim, eu gosto muito dela.”
- “Ao almoço vais ter de lhe dizer isso, cara a cara.”
- “Sim, eu sei… Obrigada, Cat.”
- “De nada, Harry. Vá, até logo!”
- “Até logo!”
E desliguei.
Respirei fundo. “Ele também gosta dela…”, pensei.
- Cat! – Alguém me apelava, lá de fora.
Dirigi-me até à varanda, era o Zayn quem me chamava.
- Já sabes? – Perguntou-me.
- Se estás a falar do Harry, então é sim.
- Pois, eu também… Ele contou-te alguma coisa?
- Sim, não fez nada, foi só uma conversa.
- E tu acreditas nisso?
- Sim. Eu sei que não o conheço muito bem, ainda, mas acho que ele era incapaz de magoar a Emma.
- Ele sempre foi muito mulherengo…
- Eu sei, mas ele vai mudar, acredita em mim.
- Porque é que dizes isso?
- Porque ele está a apaixonar-se pela Emma, a sério.
Ele olhou para mim, espantado.
- E como é que sabes isso?
- Apenas sei, Zayn. Agora vai vestir-te, já é quase uma da tarde. – E ele lá foi. Deu para ver que ele estava surpreendido com a certeza com que eu falara.
Não sei porquê, mas acredito que o Harry é capaz de mudar pela Emma, só para conseguir o seu coração.

O Tom, o Nial e o Harry já lá estavam.
Assim que saio do carro, vejo o Harry, em pânico, a olhar para mim. Eu sorri, discretamente, na tentativa de acalmá-lo. Olho para a Emma, que olhava para o Harry, também parecia estar em pânico, com um pouco de tristeza à mistura.
Dirijo-me ao Nial, dando-lhe um beijo na face, depois, ao Harry, dei-lhe um abraço, sussurrando:
- Força, vai falar com ela.
- E digo o quê? – Disse-me, baixinho.
- O que me disseste, claro. Vai, sem medos.
Afasto-me dele, sorrindo, e dirijo-me ao Tom, pendurando-me no seu pescoço e depositando um beijo nos seus lábios.
- Olá, princesa. – Disse ele, sorrindo.
- Olá, príncipe. – Disse eu, sorrindo também.
Olho para o lado e vejo o Harry e a Emma a afastarem-se um pouco de nós. “Espero que aquela conversa corra bem”, pensei, suspirando.
- Passa-se alguma coisa, princesa?
- Eu depois conto-te, não te preocupes. – Respondi, dando-lhe um beijo.
- Olá a todos!
- Desculpem o atraso.
Olho para trás e vejo o Liam e o Louis, e vinham muito bem acompanhados. O Liam trazia uma rapariga morena, com cabelo encaracolado, muito bonita e o Louis uma rapariga, igualmente morena, com o cabelo ondulado, também muito bonita.
- Catelyn, esta é a Danielle, a minha namorada. – Apresentou-nos o Liam.
- Sou a Catelyn, mas podes tratar-me por Cat. – Apresentei-me, sorrindo.
- Prazer em conhecer-te, Cat. – Murmurou a Danielle, dando-me dois beijinhos.
- E esta é a Eleanor, a namorada do Louis.
- Muito prazer. – Disse ela, dando-me também dois beijinhos. – Já sei que namoras aqui com o nosso Tom.
- Sim, ainda é muito recente, mas estamos muito felizes. – Murmurei, olhando para ele.
- Vocês fazem um casal muito bonito. Espero que sejam muito felizes. – Disse a Danielle.
- Obrigada. – Agradeci, sorrindo.
- Bem, já estamos todos. Vamos almoçar? – Disse o Harry, que trazia a Emma pela mão.
Sorri ao ver aquela imagem. A Emma estava um pouco corada, mas parecia estar feliz, tal com o Harry, que parecia estar mais leve e mais calmo.
Entramos no restaurante e um empregado encaminhou-nos para uma mesa.
- Cat, vens comigo à casa de banho? – Perguntou-me a Emma.
- Claro. Rapazes, vão escolhendo, nós já voltamos. – Informei, caminhando com a Emma em direção à casa de banho.
- Então? O que aconteceu? – Perguntei, fechando a porta atrás de mim.
- Bem, ele quis explicar-se…
- Sim… E…
- E… Ele disse que gostava de mim e…eu paralisei e ele beijou-me…
- O quê? – Perguntei, um pouco confusa. – Tu paralisaste como?
- Fiquei sem palavras, pronto. Ele apanhou-me de surpresa…
- E, como tu não dizias nada, ele beijou-te. – Constatei.
- Exatamente. – Confirmou, corando.
- E depois?
- Depois eu disse-lhe que também gostava dele. – “Eu sabia”, pensei, sorrindo. – Só que não queria nada sério, por enquanto, e que queria conhecê-lo melhor.
- Então e agora, como é que estão?
- Bem, acho que se pode dizer que somos tipo amigos coloridos, vamo-nos conhecendo melhor e vamos dando uns beijinhos.
- Acho que isso é bom, para começar. – Disse eu, sorrindo.
- Sim, também acho.
- Bem, vamos? O pessoal já deve estar impaciente.
- Sim, vamos lá.

Durante o almoço, eu, a Emma, o Zayn e o Tom contámos algumas das nossas peripécias de infância. Uma das histórias que contámos foi a luta de lama que fizemos uma vez, no pátio da escola, com quase a turma toda e a luta de comida, no refeitório, que começou com o Zayn a mandar um tabuleiro com comida à cara do Tom, que lhe retribuiu, claro.
Foi um almoço bastante divertido.

No final do almoço:
- Não querem fazer qualquer coisa, todos juntos? – Propôs o Niall.
- Sim, não era má ideia. – Concordou o Harry.
- E querem fazer o quê? – Perguntou o Liam.
- Podíamos ir mostrar a cidade à Cat e à Emma. – Propôs o Zayn. – Que dizem? – Perguntou, dirigindo-se agora a nós.
- Sim, é uma boa ideia. – Concordou a Emma. – Vai ser bom ter uma visita guiada. Não achas, Cat?
Olho para o Tom, sem dizer nada.
- Eu acho uma excelente ideia. – Disse ele, sorrindo.
Eu sorri de volta.
- Sim, eu também. – Disse eu, olhando ainda para ele e depois para os outros.
- Então pronto. Começamos por onde? – Quis saber o Harry.
- Bem, eu sempre quis andar na London Eye. – Confessou a Emma.
- E eu sempre quis ver a Tower Bridge, dizem que se pode pedir um desejo quando a ponte baixa. – Disse eu.
- Ok. E querem ver só isso? – Perguntou o Zayn.
- Não, o resto deixamos ao vosso critério. – Atalhei.
- Pois. – Concordou a Emma.
- Muito bem, então, 1º vamos ao Palácio de Backingam, depois à Abadia de Westminter e ao Big Bem, e, lá para a tardinha vemos a Tower Bridge e a London Eye. – Propôs o Liam.
- Todos concordam? – Quis saber o Louis.
Todos concordamos.
De repente, aparece um autocarro grande e vermelho. Acho que era destinado a turistas.
- Olhem, e se fossemos todos naquele autocarro? – Propôs a Eleanor, apontando.
Olhámos todos para lá.
- Olha, boa ideia, assim escusamos de andar a pé e é muito mais interessante. – Concordou o Zayn.
- A minha carrot só tem boas ideias. – Disse o Louis, dando o beijo na bochecha da Eleanor, pelo que ela sorriu.
- Ok, deixem-se de lamechices e venham, senão perdemos o autocarro. – Avisou o Niall, começando a andar.
Fomos atrás dele. Compramos os bilhetes e entrámos para o autocarro, indo para a parte de cima. Ficámos todos com os nossos pares, menos o Nial e o Zayn, que iam um com o outro. O Zayn, pelo que sei, costuma sair com algumas raparigas, mas o Niall, acho que nunca o vi com nenhuma rapariga. “Acho que a Summer e ele iam ficam perfeitos, juntos”, pensei. “É isso! É só apresentá-los e já está. Eu sou um génio”, pensei, sorrindo.
- Em que estás a pensar, princesa? – Perguntou-me o Tom, afastando-me dos meus pensamentos.
- Estava a pensar em apresentar o Niall à Summer. O que achas? – Falei, olhando para ele. – Não achas que eles ficariam perfeitos, juntos?
- Assim como nós ficamos? – Perguntou-me, sorrindo.
- Sim. – Respondi, também sorrindo.
- Sim, acho que sim, tendo em conta o apetite voraz que eles partilham e o feitio parecido… Mas tens de admitir que não ficariam tão bem como nós ficamos.
- Pára de ser convencido. – Gracejei, soltando uma gargalhada.
- Eu não sou convencido, só estou a dizer a verdade.
Eu continuei a rir-me.
- Ainda não percebi porque é que te estás a rir. – Disse ele, com cara de quem não está mesmo a perceber nada.
- Também não é para perceberes. – Atalhei, dando-lhe um beijo no canto da boca.
Ele sorriu. Eu encosto a cabeça ao seu ombro, entrelaçando a minha mão à sua. Ele deposita um beijo nos meus cabelos.
Ainda tivemos de esperar um pouco, mas, poucos minutos depois, já estávamos na estrada.
Tínhamos uma mulher a explicar-nos tudo por cada sítio que passávamos, e passámos por todos os sítios que tínhamos combinado.
A visita terminou ao final da tarde, ao pé da Tower Bridge, para minha felicidade.
Saímos do autocarro e eu corri para um corrimão, que dava para o rio.
- Pede um desejo. – Alguém sussurra no meu ouvido. A voz do Tom.
Olho para lá. A ponte estava a baixar. Sorri, fechando os olhos. Sinto uns braços à volta da minha cintura e um beijo no pescoço. Pedi o desejo: “Que estes momentos nunca acabem” Abri os olhos, virando-me para o Tom, que sorria. Depositou um beijo nos meus lábios e olhou-me profundamente nos olhos. Pendurei-me no seu pescoço e beijei-o apaixonadamente.
- Amo-te! – Disse eu, depois.
- Também te amo, princesa! – Disse ele, sorrindo. – Anda, vamos ter com os outros. – Deu-me a mão e lá fomos.
A seguir, encaminhámo-nos para a London Eye. A Emma estava radiante. O Harry foi andar com ela, enquanto nós fomos sentar-nos nuns bancos que havia ali perto. Eu fiquei sentada ao colo do Tom, porque senão não havia espaço para todos.
Estávamos todos na conversa, quando o Tom me sussurra algo ao ouvido:
- O que vais fazer a seguir?
- Não sei, porque? – Respondi.
- Hum… Por nada. Podíamos fazer qualquer coisa juntos.
- Hum… E íamos fazer o quê?
- Não sei, talvez ver um filme, enroscados um no outro. Que dizes?
- Parece-me bem. Também podíamos encomendar uma pizza. – Propus.
- Sim, boa ideia. – Concorda ele. – E fazemos onde? Na tua casa?
- Sim, pode ser.
- Então, queres ir já? – Perguntou-me, depois de olhar para o relógio.
- Hum… Sim. Deixa-me só mandar uma mensagem á Emma.
Peguei no telemóvel, começando a escrever a mensagem:
“Emma, eu e o Tom vamos lá para casa. Ficas bem?”
Passados uns segundos, ela responde:
“Ok. Não te preocupes comigo, eu fico bem. A seguir vou jantar com o Harry e depois vamos dar uma volta, por isso vocês podem ficar à vontade ^^”
“Uh! Amanhã quero saber tudo! :D”
“Fica descansada :D Vá, até amanhã! Diverte-te.”
“Até amanhã, Em! Tu também ^^”
- Pronto, temos a casa por nossa conta. – Contei, sorrindo.
- Então porquê?
- A Emma vai sair com o Harry e não sabe a que horas chega.
- Ainda tens de me contar o que se passa entre esses dois.
- Sim, eu conto-te pelo caminho.
- Combinado. – Concordou, sorrindo. – Vamos embora?
- Vamos. – Levantei-me do colo dele, puxando-o, para que ele se levantasse, de seguida.
Assim que se levanta, dá-me um leve beijo nos lábios, fazendo-me sorrir.
Despedimo-nos dos outros e começámos a andar até ao Nando’s, pois o Tom tinha deixado o carro aí perto. Ainda andámos um bocado, mas valeu a pena. Íamos sempre a falar e a rir, a fazer parvoíces, enfim, foi como nos velhos tempos. Apesar de ele agora ser meu namorado, sinto que tenho o meu melhor amigo de volta, embora seja muito mais intimo que antes.
Já dentro do carro contei-lhe tudo sobre a Emma e o Harry.
- Uau! Será que é desta que o Harry muda? Bem, pelo que tu contaste, ele deve gostar mesmo dela, e ele ficou mesmo aflito com aquela notícia, não é?
- Sim, mas porque é que ficaste tão surpreendido?
- Porque ele sempre foi muito mulherengo, e costuma levá-la para a cama logo no primeiro encontro e não se preocupa em explicar-se a uma rapariga porque saiu com outra, e isso não aconteceu com a Emma, pois não? – Justificou-se o Tom.
- Pois, tem lógica. – Observei, pensativa.
- E o Harry sempre disse que, quando se apaixonasse, seria para sempre.
- E achas que ele se está a apaixonar pela Emma?
- Sim, penso que sim.
- Pois, quando falei com ele pelo telemóvel, ele pareceu-me sincero, mas, ao mesmo tempo, tenho medo que a Emma saia magoada disto tudo.
- Ele pode ser mulherengo, mas mentiroso não é. Acho que não há razão para nos preocuparmos.
- Sim… - Concordei, ainda um pouco reticente.
- Chegámos. – Informou ele.

Saímos do carro e entramos em casa. Primeiro fui mostrar-lhe a casa. A divisão final foi o meu quarto. Começamos aos beijos e pronto, uma coisa levou à outra. Acabamos por ficar lá o resto do dia.



Olá! :D
Aqui está o capitulo 7. Espero que gostem e não se esquecem de dar a vossa opinião.
Preparem-se, porque a história vai começar a aquecer, a partir do próximo capitulo. Vou tentar publicá-lo ainda esta semana, mas não prometo nada.
Beijinhos ^^

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